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segunda-feira, 26 de junho de 2017

PASTO OU CONFINAMENTO

INSTITUTO FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
CAMPUS UBERLÂNDIA



Jackeliny Batista Amorim
Jéssica Emily Batista da Silva
Leandro José Carvalho
Lucas Rodrigues Martins
Mateus Henrique dos Santos Diniz
Roberta Taliene Borges Brandão


Como o boi funciona: Terminação em pasto ou confinamento


A terminação é o período anterior ao abate, no qual o animal se encontra com maior peso e maior índice de gordura, características ideais para a comercialização.
Entre as opções que o produtor possui para alcançar a terminação, são semi-confinamento, confinamento e pastagem.
 O semi-confinamento é estratégico, pois atinge peso e terminação mínima adequada em pouco tempo (60 dias), o que é viável ao produtor devido ao curto período em que os animais permanecem na área, comparados aos outros métodos.
A vantagem de se utilizar o confinamento é a otimização do sistema de produção, assim permite que as pastagens não fiquem lotadas no período da seca, não havendo necessidade do produtor vender animais com preço baixo. Além disso, a carne de confinamento é mais homogênea, em relação à maciez e teor de gordura.
A pastagem é a forma mais simples de criação de gado de corte, pois há poucos gastos com concentrados. Porém, em pastagens os animais não armazenam tanta gordura, como no confinamento e levam mais tempo em campo para alcançarem a fase de terminação.
O frigorífico tem preferência por animais com maior peso e menor teor de gordura, pois o custo de processamento para dois animais com 150kg/cada e baixo teor de gordura, tem maior custo de processamento da carcaça do que de um animal com 300kg.

Dessa forma, o método de escolha do manejo será influenciado pela finalidade comercial da carne, definindo que os objetivos do produtor e do frigorífico são a padronização e a qualidade final do produto. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Qual o momento ideal para uma fêmea bovina se reproduzir?

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
     TRIÂNGULO MINEIRO (IFTM) Campus Uberlândia
       Rodovia Municipal Joaquim Ferreira, Fazenda Sobradinho. s/n. Zona Rural
         Cx. Postal 1020 – CEP 38400-970, Uberlândia – MG
         Telefone: (34) 3233-8800 / Fax: (34) 3233-8833



ENGENHARIA AGRONÔMICA
PRODUÇÃO DE RUMINANTES



Jackeliny Batista Amorim
Jéssica Emily Batista da Silva
Leandro José Carvalho
Lucas Rodrigues Martins
Mateus Henrique dos Santos Diniz
Roberta Taliene Borges Brandão


QUAL O MOMENTO IDEAL PARA UMA FÊMEA BOVINA SE REPRODUZIR?

Do ponto de vista econômico a prenhez das novilhas deve ser precoce, sendo ideal com idade de 14 – 15 meses.
Dessa forma para que essa novilha esteja apta à reprodução nessa idade, um manejo consistente e adequado deve ser adotado.
Dentro desse manejo o principal parâmetro observado é o peso da novilha no momento da prenhez, esse peso deve ser intermediário correspondendo a 65% do peso vivo para bos indicus e 55% para bos taurus, dessa forma a partir do peso vivo médio dos animais adultos da propriedade calcula-se qual incremento de peso/dia é necessário para uma novilha adquirir o peso ideal, assim se fazendo todo o manejo nutricional para esses animais.
É importante enfatizar que o estresse também é fator limitante na produção do rebanho sendo que, quanto maior o nível de estresse menor as taxas de prenhez, parição e desmama em solução o pecuarista deve realizar a seleção em seu rebanho (descarte de animais com altas taxas de estresse) e aclimatação das novilhas, que consiste numa exposição gradativa desses animais ao contato humano e técnicas de manejo.
Quando se utiliza de inseminação artificial para saber o momento ideal para que a fêmea bovina reproduza é importante e necessário observar alguns pontos, como inseminar as vacas rapidamente após o final do período voluntário de espera, inseminar no período correto com relação ao estro e a ovulação, identificar as vacas prenhas após inseminação artificial com ultrassom e realizar novamente a inseminação das vacas não prenhas e caso deseje realizar a inseminação a tempo fixo.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

PRÁTICA VACINAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
UBERLÂNDIA - MG




VACINAÇÃO CONTRA FEBRE AFTOSA



Jackeliny Batista Amorim
Jessica Batista
Leandro Carvalho
Lucas Rodrigues Martins
Mateus Diniz
Roberta Taliene


1- Por que devemos vacinar contra febre aftosa?
Devemos vacinar contra febre aftosa, pois essa doença é umas das enfermidades mais contagiosas, a transmissão se da por contato direto com animais infectados e pode causar grandes percas econômicas para o pecuarista. A mortalidade em animais adultos é baixa, mas em animais jovens causa problemas cardíacos levando a morte do animal.

2- Qual o local correto para aplicar a vacina?

O local correto para aplicação da aplicação deve ser sempre na tábua do pescoço, evitando outras partes do corpo como cupim, lombo, dorso e prega da cauda.
Para a aplicação subcutânea, a seringa deverá ser posicionada paralelamente ao pescoço do animal. A pele deverá ser puxada, formando uma prega, onde será introduzida a agulha para aplicação da vacina. Após a vacina aplicada, aguarde um segundo para que não haja refluxo.
Para aplicação intramuscular, a seringa deverá ser posicionada perpendicularmente ao pescoço do animal.

3- Por que não posso aplicar duas vacinas diferentes no mesmo local simultaneamente mas posso aplicar duas vacinas distintas em locais distintos no mesmo dia?
A aplicação de duas vacinas distintas no mesmo local simultaneamente pode implicar em reações nos animais, e ocorrência de abscessos no local vacinado, causando prejuízos ao produtor. 

4- Por que não devemos aplicar vacinas no posterior do animal?
Não devemos aplicar vacinas no posterior do animal, pois são as áreas nobres dos animais, como a paleta e o pernil, tendo o cuidado da injeção não atingir um músculo.

5- Qual a melhor forma de contenção dos animais para aplicação da vacina e por quê?

A forma tradicional de contenção dos animais acarreta em estresse e respostas imunológicas negativas, causando menor eficiência da vacina. Portanto, a melhor forma para conter os animais é com a adoção do manejo racional de vacinação, pois aumenta o bem-estar animal, diminuindo os riscos de acidentes de trabalho e proporcionando benefícios econômicos ao produtor. 

domingo, 21 de maio de 2017

PRODUÇÃO DE VÍDEO

Principais doenças que acometem os bezerros


Jackeliny Batista Amorim
Jessica Batista
Leandro Carvalho
Lucas Rodrigues Martins
Mateus Diniz
Roberta Taliene





segunda-feira, 3 de abril de 2017

DOENÇAS EM BEZERROS LACTANTES

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
     TRIÂNGULO MINEIRO (IFTM) Campus Uberlândia
       Rodovia Municipal Joaquim Ferreira, Fazenda Sobradinho. s/n. Zona Rural
         Cx. Postal 1020 – CEP 38400-970, Uberlândia – MG
         Telefone: (34) 3233-8800 / Fax: (34) 3233-8833



ENGENHARIA AGRONÔMICA
PRODUÇÃO DE RUMINANTES



Jackeliny Batista Amorim
Jéssica Emily Batista da Silva
Leandro José Carvalho
Lucas Rodrigues Martins
Mateus Henrique dos Santos Diniz
Roberta Taliene Borges Brandão



5 PRINCIPAIS DOENÇAS EM BEZERROS LACTANTES



Bezerros lactantes

Bovinos de corte - 6 a 8 meses.

Bovinos de leite - 4,5 a 7 meses. O desmame pode ocorrer a partir do momento em que o bezerro ingere de 700g a 1kg de ração/dia, com peso médio de 90kg estão aptos a desmama.

  • Diarréia
Causa: Diarréia são fezes com consistência líquida, que ocorre com grande frequência. A diarréia pode ter origem viral, bacteriana e parasitária. A colibacilose é causada pela bactéria E. coli enterotoxigênica, e a salmonelose, causada também por bactéria, conhecida como Salmonella spp. A diarréia também pode estar ligada à dieta nutricional do animal, intoxicações e até mesmo o ambiente em que vive.
Devido a diarréia, o animal perde grande quantidade de líquidos e eletrólitos corporais, causando desidratação, evoluindo para um choque hipovolêmico, levando o animal até a morte por falência respiratória.

Prevenção: A prevenção ocorre através da vacinação da mãe no fim da gestação; com fornecimento correto do colostro e higiene adequada. Porém, a vacinação na mãe (vaca) só é preventiva para o bezerro se aplicada no momento correto, assim a mãe cria anticorpos necessários para a defesa da doença, e os anticorpos são passados para o bezerro através do colostro.

Resultado de imagem
Imagem 1: Nível de anticorpos no sangue. Fonte: https://sites.google.com/site/biologiaaulaseprovas/hereditariedade-e-diversidade-da-vida/antigenos-e-anticorpos.

Tratamento: Um método muito utilizado para o tratamento da diarréia em bezerros é o soro caseiro, tendo em vista que o açúcar não pode ser usado, é substituído por amido de milho. 
Não muito recomendado, porém há o tratamento que é realizado com antibióticos a base de sulfas. Utiliza-se também uma associação de anti-inflamatório com piroxican e uma sulfa de longa ação, o que permite a cura rápida, evitando que seja realizada muitas aplicações no animal.

  • Onfalopatia
    Causa: As causas estão relacionadas aos fatores ambientais, higiênicos, traumáticos, bacterianos e congênitos, que isolados ou em associação podem provocar inflamações e/ou infecções na região do umbigo. As infecções podem resultar em septicemia, que ocorre devido a presença de bactérias que sobem a partir dos vasos umbilicais ou do úraco causando septicemia aguda ou crônica com patologia articular, meningites e abscessos hepáticos.

    Prevenção: Após o nascimento do bezerro, é realizado a imersão completa da estrutura do umbigo em solução de iodo 5-7%, duas vezes ao dia até que esteja completamente cicatrizado.



  • Tratamento: Para o tratamento da região umbelicial, realiza-se a limpeza do local com solução anti-séptica e aplicação parenteral de antibiótico.


    • Pneumonia
    Causa: É uma doença causada por vírus ou bactéria dos gêneros Pastetirelia e Klebisielia, essa doença se manifesta por aumentar a frequência respiratória do animal e inflamação dos bronquíolos no pulmão.
    Pneumonia primária ocorre quando o bezerro tem alguma lesão em determinado local do organismo, com esse processo o animal fica enfraquecido favorecendo a invasão de microrganismos na corrente sanguínea das quais se fixam no pulmão causando a pneumonia. Para identificação de uma contaminação microbiana verifica-se a presença de pus.

    Prevenção: É necessário fornecer uma alimentação adequada, higiene regular, evitar estabulação comum com um grande número de animais e evitar instalações mal ventiladas e úmidas. Lembrando sempre que os animais doentes devem ser isolados dos demais.

    Tratamento: O tratamento é feito através de antibióticos a base de Florfenicol de amplo espectro como o Roflin. No campo de verminose pulmonar, deve-se utilizar um anti-helmíntico específico. Dosagem Roflin: duas doses a cada 48hrs durante 5 dias seguidos. Carência: 5 dias no leite.

    • Tristeza bovina
    Causa: Causada por dois agentes transmissores. Na Babesiose causada por protozoário, tendo o carrapato Boopholus microplus como agente transmissor, transmitido através da saliva; e Anaplasmose, pelo carrapato Boophilus microphilus.
      Prevenção: O controle é feito através do manejo adequado, onde os animais tenham acesso a piquetes carrapateados desde jovens, uma vez que a erradicação do carrapato em nosso meio é viável. A erradicação é realizada quando há excesso de carrapato (vetor) na pastagem: queima da área ou roçagem, que expõe o carrapato, levando-o a morte. A adoção de cuidados básicos poderá contribuir para redução da morbidade, da mortalidade e do uso de medicamentos. 
        Tratamento: Uso de Izoot B12, que é um hemoparasiticida, pode-se fazer tratamento preventivo e curativo.


          •  Verminioses
          Causa: Se dá pela ingestão não suficiente ou inadequada do colostro (primeiro leite materno bovino), pois nele inclui anticorpos para os animais recém nascidos, resistir às primeiras verminoses.

        • Prevenção: Manter os animais em locais secos, bem ventilados e secos, assim evitando o contato com número exagerado de larvas infectantes de vermes gastrintestinais. O uso de vermífugos é indicado somente no caso de animais que já são levados ao campo.

          Tratamento: Caso o diagnóstico do exame coproparasitológico seja positivo, deverá ser realizado o tratamento com vermífugos.


        • Referências

        • ANDREWS, A. H. et al. Medicina bovina: doenças e criação de bovinos. Editora Roca, 2008.

        • COELHO, Sandra Gesteira. Desafios na criação e saúde de bezerros. Ciência Animal Brasileira, p. 1-16, 2009.

        • BOTTEON, Rita de Cássia Campbell Machado et al. Enfermidades prevalentes, causas de mortalidade e gastos com tratamento de bezerros leiteiros na região do Médio Paraíba, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Revista Brasileira de Ciência Veterinária, v. 10, n. 1, 2003.

          • terça-feira, 28 de março de 2017

            Atividade- Produção de fotos

            Um minuto de silêncio pelo leite derramado  :'(

            Huuuuuuum!

            Você disse que não iria doer... Cadê o Zé Gotinha?

            Prato fitness do dia.

            Me sentindo a blogueira com essa foto espontânea.

            Meu melhor ângulo.  




            sexta-feira, 17 de março de 2017

            SISTEMA EXTENSIVO X SISTEMA INTENSIVO

            INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
                 TRIÂNGULO MINEIRO (IFTM) Campus Uberlândia
                   Rodovia Municipal Joaquim Ferreira, Fazenda Sobradinho. s/n. Zona Rural
                     Cx. Postal 1020 – CEP 38400-970, Uberlândia – MG
                     Telefone: (34) 3233-8800 / Fax: (34) 3233-8833




            ENGENHARIA AGRONÔMICA
            PRODUÇÃO DE RUMINANTES



            Jackeliny Batista Amorim
            Jéssica Emily Batista da Silva
            Leandro José Carvalho
            Lucas Rodrigues Martins
            Mateus Henrique dos Santos Diniz
            Roberta Taliene Borges Brandão


            SISTEMA EXTENSIVO X SISTEMA INTENSIVO


            • Sistema Extensivo

                 O sistema extensivo caracteriza-se pela utilização de grande, média e pequenas áreas, porém é um sistema que requer pouco investimento e o animal tem que se locomover pra conseguir seu alimento. Esse sistema pode ser utilizado para criação de gado de corte e leite. Para gado de corte é o sistema que melhor se adéqua as suas necessidades, porém para produção de leite é necessário acrescentar rações balanceadas na alimentação do animal pois a pastagem em si não consegue suprir toda necessidade nutricional do animal. Esse sistema é muito comum em pequenos pecuaristas que criam gado de corte.

            Figura 1:A prática extensiva deixa o gado solto em 
            pastos nativos (Foto: Paula Gabrielle)


            • Sistema Semi-Extensivo

                 O sistema semi-extensivo é semelhante ao sistema extensivo, porém nesse sistema é levado em consideração fatores que auxiliam no melhoramento do rebanho e melhor aproveitamento da área, é considerado uma união entre o sistema extensivo e o sistema intensivo.  


            • Sistema Intensivo

               O sistema intensivo caracteriza-se pelo confinamento do animal, requer grandes investimentos, é necessário também utilizar diversos recursos para que o animal consiga atingir altos rendimentos em um pequeno intervalo de tempo. Nesse sistema não é necessário grandes áreas, e por se concentrar em um menor espaço facilita o controle de todos contratempos, favorecendo o melhor desenvolvimento do animal, o pecuarista consegue fornecer tudo que o animal precisa buscando a máxima produtividade por animal. Esse sistema é destinado ao gado de leite, um bom exemplo é a Fazenda Colorado que fica no estado de São Paulo e hoje é a maior produtora de leite do país, onde os animais ficam em confinamento, e produzem em média 65.000 litros de leite/dia.

            Figura 2: Fazenda Colorado, sistema intensivo de 
            criação de gado (Foto: Leandro Carvalho)


            • Sistema Semi- Intensivo

            O sistema semi-intensivo pode ser feito em duas partes, onde a primeira parte acontece no pasto e a segunda parte em confinamento ou ao invés de confinamento é acrescentado suplementação mineral à pasto na época da seca (CORRÊA et al 2000). Esse sistema pode ser utilizado tanto pra gado de corte ou para gado de leite, levando em consideração que o pecuarista supra as necessidades nutricionais do animal. 



            • Referências


            CORRÊA, Eduardo Simões et al. Sistema semi-intensivo de produção de carne de bovinos Nelore no Centro-Oeste do Brasil. Embrapa Gado de Corte, 2000.

            Disponível em: https://pt.slideshare.net/silvanorodrigues1272/zootecnia-geralsistema-de-criao. Acesso: 17 de março de 2017.

            Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2013/09/tipos-de-criacao-e-alimentacao-do-gado-alteram-qualidade-da-carne.html. Acesso: 17 de março de 2017.

            segunda-feira, 6 de março de 2017

            SETORES DE RUMINANTES - IFTM

              INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
                    TRIÂNGULO MINEIRO (IFTM) Campus Uberlândia
                     Rodovia Municipal Joaquim Ferreira, Fazenda Sobradinho. s/n. Zona Rural
                       Cx. Postal 1020 – CEP 38400-970, Uberlândia – MG
                        Telefone: (34) 3233-8800 / Fax: (34) 3233-8833




            ENGENHARIA AGRONÔMICA
            PRODUÇÃO DE RUMINANTES





            Jackeliny Batista Amorim
            Jéssica Emily Batista da Silva
            Leandro José Carvalho
            Lucas Rodrigues Martins
            Mateus Henrique dos Santos Diniz
            Roberta Taliene Borges Brandão



            SETORES DE RUMINANTES - IFTM




            • Bovinocultura de corte 


            Integrantes do grupo.

            Fonte de Alimentação / Ambiente de Produção. 
            Creep Feeding: Utilizado para alimentação de bezerros. Se encontra em ótimo estado;
             Cocho: Utilizado para alimentação de gado. Ótimo estado;
            Forragem: Utilizado para alimentação na forma de volumoso, forragem fresca.


            Fonte de Alimentação / Disponibilidade de Recursos Hídricos.
            Bebedouro: Ótimo estado, porém não se encontra instalado.
            Recursos Hídricos: O IFTM possui atualmente, um poço artesiano em 
            funcionamento que abastece toda a instituição, além de uma cachoeira, 
            vários efluentes e outro poço desativado.


            Fonte de Alimentação. 
             Silo formado a partir de milho picado.


            Genética / Disponibilidade de Recursos Hídricos / Logística.
            Genética: Indefinida;
            Bebedouro: Péssimas condições.
            Logística para escoamento da produção: O setor ainda está se estruturando, 
            não possui produção para ser escoada. As fontes vegetais produzidas no setor são
             para consumo dos animais (milho para silagem e forragem).


            • Bovinocultura de Leite

            Integrantes do grupo.


            Fonte de Alimentação.
            Silo: Concentrado (farelo de milho). Bom estado.


            Fonte de Alimentação / Ambiente de Produção.
            Cocho: Utilizado para alimentação do gado. Bom estado.


            Ambiente de Produção.
            Tronco: Utilizado para contenção de animais, para diversas 
            atividades relacionadas a área. Bom estado.


            Ambiente de Produção.
            Ordenha: Utilizada para extração de leite. Estado regular.


            Mão-de-obra capacitada / Impacto Social / Destinação de dejetos.
            Mão-de-obra: O gerenciamento dos setores técnicos é realizado no CEGPP, 
            sendo o responsável técnico o Leomar; a organização e prestação de serviços 
            veterinários é realizada pelo Marcos.
            Dejetos: Todos os dejetos são destinados para uma estação de 
            tratamento, biodigestor que fica localizado próximo à cachoeira.

            Ambiente de Produção / Genética.
            Bezerreiro: Local onde os bezerros permanecem ao nascer. Estado regular;
            Genética: Indefinida.


            Ambiente de Produção / Logística.
            Tanque de Resfriamento: Utilizado para armazenamento do leite. Bom estado.
            Logística para escoamento da produção: O leite produzido é escoado para uso
            interno do IFTM no refeitório, e caso a produção seja maior que a 
            demanda interna, o leite é recolhido pela Calu que leva para beneficiamento.


            Ambiente de Produção / Genética / Fonte de Alimentação.
            Pasto: Local de descanso e pastejo;
            Genética: Indefinida.


            Ambiente de Produção / Genética / Fonte de Alimentação / Logística.
            Genética: Indefinida;
            Fonte de Alimentação: Pastejo e fornecimento de leite por funcionários.
            Logística para escoamento da produção: Os animais machos 
            (garrotes) são vendidos para frigoríficos.


            • Caprinocultura / Ovinocultura 
            Integrantes do grupo.


            Ambiente de Produção.
            Sala para atividades gerais: Condição precária.


            Fonte de Alimentação / Ambiente de Produção.
            Cocho: Utilizado para alimentação dos animais. Bom estado.


            Fonte de Alimentação / Disponibilidade de Recursos Hídricos.
            Bebedouro: Estado regular, encontra-se muito sujo.
            Recursos Hídricos: O IFTM possui atualmente, um poço artesiano em 
            funcionamento que abastece toda a instituição, além de uma cachoeira, 
            vários efluentes e outro poço desativado.


            Fonte de Alimentação.
            Silo: Estado regular, água empoçada nas extremidades.


            Ambiente de Produção / Logística.
            Cercado: Péssimo estado.
            Logística para escoamento da produção: Anos atrás a carne dos animais 
            deste setor era comercializada e vendida no IFTM pela cooperativa, 
            atualmente a venda não é mais realizada, visto que o abatedouro foi desativado, 
            subentendendo-se que os animais ficam no setor até morrerem naturalmente.

            Ambiente de Produção / Destinação de dejetos.
            Interior do aprisco: Bom estado, porém sem oferta de água (bebedouro inativos).
            Dejetos: Todos os dejetos são destinados para uma estação de 
            tratamento, biodigestor que fica localizado próximo à cachoeira.











            quarta-feira, 1 de março de 2017

            Ruminagro

            Integrantes:


            Jackeliny Batista Amorim
            Jéssica Emily Batista da Silva
            Leandro Jose Carvalho
            Lucas Rodrigues Martins
            Mateus Henrique dos Santos Diniz
            Roberta Taliene Borges Brandão



            Nutrindo ideias